Ao longo deste curso tínhamos como uma das atividades a serem realizadas fazer uma postagem semanal no blog/portfólio refletindo sobre as aprendizagens construídas naquele período.
Para tal trabalho precisávamos analisar o que havíamos estudado e realizar uma espécie de síntese, registrando aquilo que era mais significativo. Este ato de registrar exigia este esforço de visualizar o “todo” e selecionar o que era mais relevante. Em muitos momentos tivemos que relacionar as aprendizagens construídas com embasamento teórico, dando um suporte maior ao que estávamos registrando/afirmando.
Esta atividade no blog/portfólio exigiu de mim, muitas vezes, ler e reler textos, refletir sobre a minha prática do estágio, sobre qual é o objetivo de ser professor, como oportunizar atividades aos alunos que realmente os façam aprender, entre tantas outras meditações.
Acredito que a proposta de fazer com que o aluno despenda de maiores reflexões é muito importante, não basta somente realizar atividades e não analisar o que deu certo e o que não deu e o porquê de algo não ter dado certo. Este momento é muito significativo, pois o aluno vai analisar o seu objeto de estudo nas suas minuciosidades até encontrar uma resposta satisfatória para tal desequilíbrio, constituindo uma nova consolidação, uma nova forma de existência, como coloca Vasconcellos (2005).
Foram muitas as consolidações de aprendizagens devidas ao ato de realizar estas postagens neste espaço.
Referência Bibliográfica:
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Construção do Conhecimento em sala de aula. São Paulo: Libertad, 2005.
sábado, 27 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
Eixo IX
No eixo IX, tive como uma das atividades a serem realizadas, a construção do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso).
No início deste trabalho, eu tinha como pergunta central que norteava a minha pesquisa “como a metodologia dialética contribui na construção de conhecimentos?”, mas, com o desenvolver do trabalho tive que despender de maiores reflexões e senti a necessidade de modificar a pergunta norteadora, passando esta a ser “qual o perfil de professor que traz marcas positivas às memórias das pessoas?”, onde mencionei que os estudos oportunizados pela universidade ao longo do curso, em especial, o estágio me conduziram a elaboração de uma hipótese: Que a afetividade e o diálogo crítico são traços importantes e significativos de professores, que são lembrados, de forma positiva, por seus ex-alunos. Com base nesta hipótese, a pesquisa de campo visou pesquisar se isto realmente se comprovava.
Este trabalho apoiou-se em pesquisa bibliográfica e em um estudo exploratório- qualitativo. A pesquisa bibliográfica teve como referencial teórico os estudos de Vygotsky, Celso Vasconcellos, Alexandra Alves de Vasconcelos, Libâneo além das contribuições de outros teóricos que possuem muito a acrescentar na área da interação e da mediação aluno-conhecimento-realidade. O estudo exploratório-qualitativo baseou-se em entrevistas orais dirigidas a adultos e a observação de suas respectivas respostas e comportamento frente às indagações.
Pude constatar, com este grupo de entrevistados, que a afetividade se mostrou uma característica fundamental nas relações entre professores e alunos, algo que pode auxiliar o processo de construção do conhecimento assim como inibi-lo, dependendo da forma como são estabelecidas estas relações como aponta Vasconcellos (2005). O diálogo crítico, a interação são aspectos que foram mencionados por vários integrantes como algo necessário e importantíssimo para a construção de conhecimentos significativos.
Referência Bibliográfica:
VASCONCELLOS. Celso dos Santos. Construção do Conhecimento em sala de aula. São Paulo: Libertad, 2005.
No início deste trabalho, eu tinha como pergunta central que norteava a minha pesquisa “como a metodologia dialética contribui na construção de conhecimentos?”, mas, com o desenvolver do trabalho tive que despender de maiores reflexões e senti a necessidade de modificar a pergunta norteadora, passando esta a ser “qual o perfil de professor que traz marcas positivas às memórias das pessoas?”, onde mencionei que os estudos oportunizados pela universidade ao longo do curso, em especial, o estágio me conduziram a elaboração de uma hipótese: Que a afetividade e o diálogo crítico são traços importantes e significativos de professores, que são lembrados, de forma positiva, por seus ex-alunos. Com base nesta hipótese, a pesquisa de campo visou pesquisar se isto realmente se comprovava.
Este trabalho apoiou-se em pesquisa bibliográfica e em um estudo exploratório- qualitativo. A pesquisa bibliográfica teve como referencial teórico os estudos de Vygotsky, Celso Vasconcellos, Alexandra Alves de Vasconcelos, Libâneo além das contribuições de outros teóricos que possuem muito a acrescentar na área da interação e da mediação aluno-conhecimento-realidade. O estudo exploratório-qualitativo baseou-se em entrevistas orais dirigidas a adultos e a observação de suas respectivas respostas e comportamento frente às indagações.
Pude constatar, com este grupo de entrevistados, que a afetividade se mostrou uma característica fundamental nas relações entre professores e alunos, algo que pode auxiliar o processo de construção do conhecimento assim como inibi-lo, dependendo da forma como são estabelecidas estas relações como aponta Vasconcellos (2005). O diálogo crítico, a interação são aspectos que foram mencionados por vários integrantes como algo necessário e importantíssimo para a construção de conhecimentos significativos.
Referência Bibliográfica:
VASCONCELLOS. Celso dos Santos. Construção do Conhecimento em sala de aula. São Paulo: Libertad, 2005.
domingo, 14 de novembro de 2010
Eixo VIII
No eixo VIII realizei o estágio com uma turma de 4ª série. A partir dos conhecimentos construídos ao longo de meus estudos, do apoio da supervisão e da professora titular da turma acredito ter contribuído, significativamente, na construção de aprendizagens por parte de meus alunos assim como aprendi muito com eles.
Realizei várias atividades interessantes como leituras de imagens abrangendo questões como os afro-descendentes, os indígenas, as desigualdades sociais; pesquisas com pessoas de mais idade da comunidade sobre as mudanças ocorridas ao longo dos anos incluindo as modificações na natureza devido à ação do homem; pesquisas na internet sobre o vulcão Vesúvio que ocorreu na Itália, sobre um vulcão que entrou em erupção na Islândia, construção de maquetes sobre o sistema solar, construção de vulcões, de gráficos sobre as etnias dos integrantes de nossa turma, entre outras.
Durante a realização destas e outras atividades sempre usei muito do diálogo crítico, questionante. Muitas vezes, quando indagada realizava outra pergunta fazendo com que a turma pensasse sobre o assunto abordado. Perguntas que os próprios alunos faziam colegas respondiam, em seguida eu fazia uma nova pergunta e assim seguíamos conversando.
Percebi que estes diálogos envolviam os alunos, eles participavam ativamente se posicionando e defendendo o seu ponto de vista, compreendiam o que estava sendo abordado. Isto chamou a minha atenção, pois, os educandos analisavam as situações que ocorriam no seu espaço de uma forma crítica, o olhar ia além daquele local em que nos encontrávamos.
“Uma das tarefas básicas do educador é fazer pensar, propiciar a reflexão crítica e coletiva em sala de aula, pois só esta poderá assegurar uma aprendizagem efetiva.” (VASCONCELLOS, 2005, p. 99). Foi isto que eu procurei desenvolver durante este período prático.
Foi do meu estágio que surgiu o interesse em desenvolver o TCC baseada na temática “diálogo”.
Referência Bibliográfica:
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Construção do conhecimento em sala de aula. São Paulo: Libertad, 2005.
Realizei várias atividades interessantes como leituras de imagens abrangendo questões como os afro-descendentes, os indígenas, as desigualdades sociais; pesquisas com pessoas de mais idade da comunidade sobre as mudanças ocorridas ao longo dos anos incluindo as modificações na natureza devido à ação do homem; pesquisas na internet sobre o vulcão Vesúvio que ocorreu na Itália, sobre um vulcão que entrou em erupção na Islândia, construção de maquetes sobre o sistema solar, construção de vulcões, de gráficos sobre as etnias dos integrantes de nossa turma, entre outras.
Durante a realização destas e outras atividades sempre usei muito do diálogo crítico, questionante. Muitas vezes, quando indagada realizava outra pergunta fazendo com que a turma pensasse sobre o assunto abordado. Perguntas que os próprios alunos faziam colegas respondiam, em seguida eu fazia uma nova pergunta e assim seguíamos conversando.
Percebi que estes diálogos envolviam os alunos, eles participavam ativamente se posicionando e defendendo o seu ponto de vista, compreendiam o que estava sendo abordado. Isto chamou a minha atenção, pois, os educandos analisavam as situações que ocorriam no seu espaço de uma forma crítica, o olhar ia além daquele local em que nos encontrávamos.
“Uma das tarefas básicas do educador é fazer pensar, propiciar a reflexão crítica e coletiva em sala de aula, pois só esta poderá assegurar uma aprendizagem efetiva.” (VASCONCELLOS, 2005, p. 99). Foi isto que eu procurei desenvolver durante este período prático.
Foi do meu estágio que surgiu o interesse em desenvolver o TCC baseada na temática “diálogo”.
Referência Bibliográfica:
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Construção do conhecimento em sala de aula. São Paulo: Libertad, 2005.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Eixo VII
Na interdisciplina “didática, planejamento e avaliação” do eixo VII, no texto de Maria Bernadette Castro Rodriguês, “Planejamento: Em busca de caminhos” encontrei aspectos de grande relevância sobre o ato de planejar, onde o professor deve possuir intenções, pensar em que tipo de aluno e sociedade pretende construir. Isto implica em possuir pressupostos teóricos que estabelecem diretrizes do trabalho, definindo procedimentos e estratégias metodológicas. A autora coloca (p. 03):
“Planejar é a constante busca de aliar o “para quê” ao “como” através da qual a observação criteriosa e investigativa torna-se, também, elemento indissociável do processo."
Durante a realização de meu estágio, sempre tive em mente estes objetivos, selecionava o que eu considerava importante para a vida de meus alunos, seja na sua vida pessoal como em sociedade, propondo atividades que levassem em conta estes norteadores.
Uma das formas que encontrei para trabalhar estas questões com os alunos foi utilizando o diálogo crítico, questionador acerca dos “conteúdos”, onde a afetividade permeava as relações contribuindo para um clima de respeito e harmonia entre todos. Acredito que o trabalho de um professor que é lembrado, de forma positiva, por seus alunos e ex-alunos deve estar pautado em diretrizes claras e objetivas onde, provavelmente, o diálogo intenso, entre todos os envolvidos é um dos fatores que contribui para estas lembranças.
“Planejar é a constante busca de aliar o “para quê” ao “como” através da qual a observação criteriosa e investigativa torna-se, também, elemento indissociável do processo."
Durante a realização de meu estágio, sempre tive em mente estes objetivos, selecionava o que eu considerava importante para a vida de meus alunos, seja na sua vida pessoal como em sociedade, propondo atividades que levassem em conta estes norteadores.
Uma das formas que encontrei para trabalhar estas questões com os alunos foi utilizando o diálogo crítico, questionador acerca dos “conteúdos”, onde a afetividade permeava as relações contribuindo para um clima de respeito e harmonia entre todos. Acredito que o trabalho de um professor que é lembrado, de forma positiva, por seus alunos e ex-alunos deve estar pautado em diretrizes claras e objetivas onde, provavelmente, o diálogo intenso, entre todos os envolvidos é um dos fatores que contribui para estas lembranças.
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