Na interdisciplina “didática, planejamento e avaliação” do eixo VII, no texto de Maria Bernadette Castro Rodriguês, “Planejamento: Em busca de caminhos” encontrei aspectos de grande relevância sobre o ato de planejar, onde o professor deve possuir intenções, pensar em que tipo de aluno e sociedade pretende construir. Isto implica em possuir pressupostos teóricos que estabelecem diretrizes do trabalho, definindo procedimentos e estratégias metodológicas. A autora coloca (p. 03):
“Planejar é a constante busca de aliar o “para quê” ao “como” através da qual a observação criteriosa e investigativa torna-se, também, elemento indissociável do processo."
Durante a realização de meu estágio, sempre tive em mente estes objetivos, selecionava o que eu considerava importante para a vida de meus alunos, seja na sua vida pessoal como em sociedade, propondo atividades que levassem em conta estes norteadores.
Uma das formas que encontrei para trabalhar estas questões com os alunos foi utilizando o diálogo crítico, questionador acerca dos “conteúdos”, onde a afetividade permeava as relações contribuindo para um clima de respeito e harmonia entre todos. Acredito que o trabalho de um professor que é lembrado, de forma positiva, por seus alunos e ex-alunos deve estar pautado em diretrizes claras e objetivas onde, provavelmente, o diálogo intenso, entre todos os envolvidos é um dos fatores que contribui para estas lembranças.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
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3 comentários:
Márcia!
Consegues trazer os pontos essencias nas tuas postagens: a contextualização, a argumentação teórica e consegues estabelecer relações com a tua prática.
Abraços
Roberta
Oi querida,
gostei muito da tua postagem, em especial do fechamento, pois também considero que o papel do diálogo é essencial para a construção de sentidos.
Com o intuito de aproveitar este momento de "diálogo" e contribuir ainda mais para qualificar a tua expressão escrita sugiro que atentes mais para a forma como as referências aparecem. Por exemplo: quando citamos um trecho literalmente, colocamos aspas duplas no início e no final da citação, exatamente como tu fez, mas substituímos as aspas originais utilizadas pelo autor (para quê, como) por aspas simples. Ao invés de trazer o título do artigo no corpo do texto, devemos colocar o sobrenome do autor, ano e página e a referência completa apenas ao final.
Espero que estas breves considerações contribuam com os teus escritos.
Um carinhoso abraço e votos de um ótimo final de semana!
Profa. Nádie
Ok professora Nádie!
Muito obrigada.
Márcia.
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