A interdisciplina de libras, estudada, ao longo deste semestre, me proporcionou conhecimentos e reflexões em torno da questão dos surdos.
A escola deve ser um espaço que acolha a todos, sem discriminações como coloca a Declaração de Salamanca, um dos mais importantes documentos de compromisso de garantia de direitos educacionais. Este documento ordena que as escolas inclusivas devam acolher todas as crianças, independentemente de suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais ou lingüísticas. A política evidenciada na Declaração de Salamanca foi adotada na maioria dos países e na elaboração da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (lei nº 9394/96).
Esta Declaração assim como tantos outros direitos conquistados são resultados de muitas lutas sociais pela garantia dos direitos humanos. Um aspecto relevante na cultura surda são estes movimentos que resultaram em grandes conquistas como o direito a língua de sinais (LIBRAS), no Brasil, tendo em vista que esta não é igual no mundo inteiro, ela se diferencia de país para país.
Outro aspecto relevante é a construção de comunidades surdas, onde os integrantes interagem entre si assim como são incentivados a lutarem por seus direitos.
Quanto ao ensino de alunos surdos, é muito importante a participação ativa de indivíduos surdos nas diretrizes que conduzem o trabalho pedagógico, desta forma, os interesses destas pessoas estarão sendo muito bem representados, visto que, estes, possuem a identidade surda e compreendem as reais necessidades destes grupos.
Atualmente, a modalidade bilíngüe é a proposta mais adequada para o ensino de crianças surdas, onde a língua de sinais (LIBRAS) é vista como uma primeira língua e a portuguesa como uma segunda.
“Para a inclusão dos surdos nas escolas de ouvintes, é necessário que as mesmas se preparem para oferecer a esses alunos os conteúdos pela língua de sinais, através de recursos visuais, tais como figuras, língua portuguesa escrita e leitura, a fim de desenvolver nos alunos a memória visual e o hábito de leitura; que recebam apoio de professor especialista conhecedor de língua de sinais e que tenham intérpretes de língua de sinais nas aulas, após os alunos surdos terem adquirido a Língua de Sinais, para um maior acompanhamento das atividades e acesso ao conhecimento. Outra possibilidade é contar com a ajuda de professores surdos, que auxiliem o professor regente e trabalhem com a língua de sinais nas escolas. (PERLIN, Gládis; STROBEL, Karin. Fundamentos da Educação de Surdos, 2008).”
A escola deve ser um espaço que acolha a todos, sem discriminações como coloca a Declaração de Salamanca, um dos mais importantes documentos de compromisso de garantia de direitos educacionais. Este documento ordena que as escolas inclusivas devam acolher todas as crianças, independentemente de suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais ou lingüísticas. A política evidenciada na Declaração de Salamanca foi adotada na maioria dos países e na elaboração da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (lei nº 9394/96).
Esta Declaração assim como tantos outros direitos conquistados são resultados de muitas lutas sociais pela garantia dos direitos humanos. Um aspecto relevante na cultura surda são estes movimentos que resultaram em grandes conquistas como o direito a língua de sinais (LIBRAS), no Brasil, tendo em vista que esta não é igual no mundo inteiro, ela se diferencia de país para país.
Outro aspecto relevante é a construção de comunidades surdas, onde os integrantes interagem entre si assim como são incentivados a lutarem por seus direitos.
Quanto ao ensino de alunos surdos, é muito importante a participação ativa de indivíduos surdos nas diretrizes que conduzem o trabalho pedagógico, desta forma, os interesses destas pessoas estarão sendo muito bem representados, visto que, estes, possuem a identidade surda e compreendem as reais necessidades destes grupos.
Atualmente, a modalidade bilíngüe é a proposta mais adequada para o ensino de crianças surdas, onde a língua de sinais (LIBRAS) é vista como uma primeira língua e a portuguesa como uma segunda.
“Para a inclusão dos surdos nas escolas de ouvintes, é necessário que as mesmas se preparem para oferecer a esses alunos os conteúdos pela língua de sinais, através de recursos visuais, tais como figuras, língua portuguesa escrita e leitura, a fim de desenvolver nos alunos a memória visual e o hábito de leitura; que recebam apoio de professor especialista conhecedor de língua de sinais e que tenham intérpretes de língua de sinais nas aulas, após os alunos surdos terem adquirido a Língua de Sinais, para um maior acompanhamento das atividades e acesso ao conhecimento. Outra possibilidade é contar com a ajuda de professores surdos, que auxiliem o professor regente e trabalhem com a língua de sinais nas escolas. (PERLIN, Gládis; STROBEL, Karin. Fundamentos da Educação de Surdos, 2008).”
2 comentários:
Márcia!
Eu acredito que não seja fácil esta inclusão dos surdos na classe normal.
Assim como cegos, também se torna difícil.
Mas os métodos e as técnicas estão aí para facilitar o trabalho.
Mesmo assim a dedicação de um professor ultrapassa seu conhecimento.
O que você acha desta afirmação?
Aguardo.
Benites
Benites concordo contigo quando afirmas que acreditas que a inclusão dos surdos na classe normal não seja fácil, mas, todos têm este direito, estamos lutando por oportunidades iguais e pela cidadania.
Acredito que a dedicação de um professor ultrapassa seu conhecimento.
Há vários recursos que possibilitam tal inclusão como colocam as autoras Gládis Perlin e Karin Atrobel no texto Fundamentos da Educação de Surdos, 2008, que a escola deve oferecer a estes alunos os conteúdos pela língua de sinais, através de recursos visuais, tais como figuras, língua portuguesa escrita e leitura, a fim de desenvolver nos alunos a memória visual e o hábito de leitura; que recebam apoio de professor especialista conhecedor de língua de sinais e que tenham intérpretes de língua de sinais nas aulas, após os alunos surdos terem adquirido a Língua de Sinais, para um maior acompanhamento das atividades e acesso ao conhecimento. Outra possibilidade é contar com a ajuda de professores surdos, que auxiliem o professor regente e trabalhem com a língua de sinais nas escolas.
Agora eu te apresento uma reflexão.
Imagine tu ser pai de um aluno surdo e não poder colocá-lo na rede regular de ensino.
Postar um comentário